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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A ratoeira



Micaila morava junto com sua mãe e irmão, e com um ratinho que, por incrível que pareça, também tinha uma família!

Micaila tentava de tudo para pegar aquele ratinho, que já tinha até comido o seu almoço (de Micaila).

Um dia, Micaila e Codi, seu irmão, estavam jogando dama:

- Dama.

- Não... Não! – resmungou Codi, com seu jeitinho de criança – vochê lobou.

- Não roubei não.

- Lobou shim.

- Ô mãe! Olha o Codi! Esta falando que roubei.

- Chega – Falou a mãe e ordenou que cada um fosse para seu quarto.

Mais tarde, Micaila foi para a sala e ficou o tempo todo mexendo e enfiando o dedo dentro da toca do rato que ali existia.

- Peguei! Eu peguei o rato! – a menina gritou.

O ratinho escapou das mãos da garota e saiu correndo para o quarto de Codi, e Micaila foi atrás dele!

Micaila montou várias ratoeiras na sala.

Depois de algumas horas Micaila, esqueceu-se das ratoeiras e quando ali passou, olha o que aconteceu: 

- Ai minha mão. Deixa, vou tirá-la com a outra mão. Ai minha outra mão. Deixa, vou tirá-la com o pé. Ai meu pé. Deixa, vou chamar minha mãe.

O ratinho saiu da toca rindo de Micaila.

- Mãe! Olha o rato!

sábado, 19 de novembro de 2011

chiguikijili!

Olá sou Karol, moro em São Paulo, me mudei para China, e voltei para São Paulo. Espera, estou fazendo tudo errado.


Irei contar desde o começo:

Estava brincando com meu irmão e minha mãe me chamou para o almoço:

- Filha, eu tenho uma surpresa para você! – ela disse.

- Qual? Fala,fala? – gritei, curiosa.

- Nós vamos nos mudar para a China. Você irá se divertir, eu prometo.

Depois que nos mudamos, o primeiro dia para mim não foi nada legal. Não gostei da escola, das aulas, enfim, de nada.

Eu não gostei, pois tinha muito chinês na China e todos eles falavam chinês. Era um chinguikijili daqui e um chinguikijili dali e eu que não entendia todo esse chinguikijilês!

Foi difícil para mim, mas no final das contas, encontrei amigas. Conheci Lalti, Gina e Dai e elas eram muito legais. Eu gostava de ficar com elas. Foi divertido e eu estava me acostumando até com o chiguikijili delas.

A china era legal, mas naquele dia, minha mãe apareceu com outra novidade:

- Filha, pensei em você e decidi voltar para São Paulo.

-Ah, de novo não – resmunguei.

Então expliquei para a mamãe que estava gostando da china, que havia feito novas amizades e que estava até aprendendo algumas palavras em chinguikijilês. Mamãe gostou de me ver feliz e decidimos ficar naquele belo país.

Sonhos



Sempre sonhei em ter um monte de coisas, mas o máximo que consegui foi uma coleção de canetinhas.

Ops, esqueci de me apresentar eu sou Ariala. Continuando:

Sempre sonhei e imaginei, ter uma gatinha, mas nunca tive, e acho que nunca vou ter.

Meu pai prometeu que iria me dar uma gatinha; tomara que ele não me decepcione!

Num dia desses, fui num pet shop chamado “Infância Com Um Amigo”. Ali vi uma gatinha preta dos olhos verdes.

- Pai, achei! – eu falei empolgada - Esta é a gatinha perfeita!

Meu pai cochichou ao moço do caixa:

- Encomenda esta gatinha, para o dia 24 de maio.

- Às suas ordens, senhor – o moço respondeu, sem eu saber do assunto que estavam falando, pois eu estava totalmente entretida com a gatinha.

No dia do meu aniversário, meu pai trouxe a gatinha. Dei o nome de Sonhi para ela, pois era um sonho realizado.